4º Etapa Campeonato Estadual de Rally de Regularidade 2019 – O inicio do fim.

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O fim está próximo.

No dia 07/09/2019, sábado, ocorreu no município de Trajano de Moraes (RJ) o que podemos definitivamente conceituar como o “início do fim” do Campeonato Estadual de Rally de Regularidade 2019. Em meio a polemicas diversas desde sua criação, Eduardo da Hora a frente da TROVÃO VERDE na organização do campeonato decidiu por uma etapa com grande deslocamento e onerosa para os competidores seja em relação a gasto com combustível, hospedagem e também alimentação. Em uma prova que reuniu um grid médio por volta de 40 participantes distribuídos pelas categorias Graduados, Turismo, Turismo Light e Novatos ficou evidente que antigas lições foram aprendidas em um traçado duro, rápido, inclemente quanto a erros mas bem desenhado e aferido, trazendo desafios segmentados por vezes com grande carga para pilotos e bólidos e por vezes ao navegador.

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Pilotos oriundos de Araruama, Macaé, Maricá, Rio de Janeiro, Niterói, Nova Iguaçu, Volta Redonda entre outras localidades puderam colocar em prática todo o seu conhecimento e acima de tudo afinação entre os componentes da equipe ao longo de quase 5 horas de prova e quase 650 tulipas na planilha distribuídas por vezes em terrenos planos e lisos e por vezes em terrenos muito acidentados com frenagens e retomadas executadas em aclives e declives acompanhados de diversos balaios sendo alguns clássicos contornando referencias e outros em que se podia apenas contar com o hodômetro. Sem medo, sem temor a organização inseriu novamente o “temível” BANANAL realizado na edição de 2018 sem ponderar uma possível reedição dos problemas ocorridos em duas etapas anteriores que foram interrompidas antes do final, uma devido a uma pequena falha na planilha e outra por condições climáticas, situação que foi amplamente superada na 3º Etapa mas que ainda rondava no hall das preocupações dos competidores, preocupação que não se consolidou.

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Duas ressalvas podem ser destacadas em meio ao mérito do evento;

Um problema no arquivo gerado ocasionou o sumiço das tulipas na parte final da prova para quem estava utilizando o aplicativo da TOTEM, algumas equipes tiveram problemas com o equipamento do navegador e outras com o equipamento do piloto. Entretanto conforme regulamento foram distribuídas (seja em arquivos PDF seja em versões impressas) a planilha com o objetivo de salvaguardar problemas com os equipamentos de navegação como determinado pelo regulamento. Ficou evidente a ausência de pilotos das categorias superiores, seja pela distância e consequente custo da prova ou mesmo por insatisfação com os rumos imputados pela organização para o evento, seja lá o motivo, apesar de um grande mérito e ser um bom lastro para manter a média de inscritos por provas, as categorias de base, apesar do alto nível que estão apresentando, não são suficientes para manter um campeonato em evidencia no cenário nacional.

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Prova distante, pegada e exigente aferindo a TROVÃO VERDE uma característica não “defensiva” quanto ao que exige e oferece aos seus competidores. A razão levaria alguns a decidirem por uma prova próxima e com médias e traçados conservadores buscando reforçar a superação da 3º etapa, mas, como dissemos isso não ocorreu. Eduardo da Hora por diversas vezes afirma que seu objetivo além de levar toda sua experiência em treinamentos e eventos offroad para o rally também consiste em formar equipes competitivas para diferentes eventos no próprio estado ou fora dele para com isso “reaquecer” a representatividade carioca frente ao cenário nacional e nesse meio tempo, aproveitar para também ganhar experiência como organizador ao longo das edições já concluídas de 2017, 2018 e agora 2019 que ruma ao fim. O fato é que o Rally Carioca de Regularidade segue para a conclusão de seu terceiro ano sob organização da TROVÃO VERDE que agora deposita todo seu empenho e planejamento para entregar no dia 30 de Novembro de 2019 tendo o município de Miguel Pereira (RJ) como testemunha a quinta e derradeira etapa do campeonato sem que exista nada ainda definido na classificação geral.

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RESULTADOS 4º ETAPA DO RALLY DE REGULARIDADE CARIOCA 2019

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Resultados Oficiais FAERJ: SITE FAERJ

O fim está próximo para a edição de 2019 e ele converge exatamente com o clima e expectativa para a temporada de 2020.

Nos vemos por lá.

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Rally Carioca Etapa Itaboraí 2019: Feliz ano novo em Julho!

Inicio do evento no horário e organização preparada para receber os pilotos

Inicio do evento no horário e organização preparada para receber os pilotos

O calendário marca sem sombra de dúvidas que o dia 20 de Julho de 2019 enfim chegou e com ele a 3º Etapa do Rally Carioca 2019 realizada em Itaboraí/RJ. Uma prova que podemos considerar como sendo uma representante do estilo “old school” (Com uso ocasional de propriedades privadas mas com bastante espaço publico presente na planilha) com sua concentração realizada na praça Marechal Floriano Peixoto localizado no Centro de Itaboraí com direito a um café da manhã liberado a todos os competidores, estreia do novo pórtico da organização e a costumeira presença da FAERJ e outros integrantes da secretaria. Comércio aberto, próximo (na área da praça) e acessível. Banheiros disponíveis e o prenuncio de que como ensinamento de Buda… “O melhor caminho para o Nirvana é o do meio”.

Café da manhã disponível a todas as equipes com direito a kit para levar e não se atrasar.

Café da manhã disponível a todas as equipes com direito a kit para levar e não se atrasar.

A aferição foi realizada a uma distancia aproximada de 6 kms da concentração em uma estrada secundaria, mesmo assim, sempre alertamos que isso gera risco para as equipes e também para os motoristas pois causa distração em um local de velocidade superior, entretanto, mesmo se tratando de uma estrada o fluxo era bem reduzido para o horário e nenhum relato chegou até nós indicando alguma ocorrência. Devido a distancia e pelo fato da prova não passar pela aferição a organização se esforçou para alertar a todos em realizarem a aferição ANTES de seguir para a concentração, planilha liberada, alfinete do google maps divulgado e tudo ok. Vistoria da FAERJ, criteriosíssima de deixar o Detran do Rio de Janeiro corado de vergonha. Não estamos exagerando, se você correu a etapa Itaboraí pode rodar tranquilo nas ruas! Esguicho, lanternas, estepe, pneus, documentos e etc.

O inicio do dia anunciava boas intenções dos céus para com o automobilismo carioca.

O inicio do dia anunciava boas intenções dos céus para com o automobilismo carioca.

Estudando a planilha que foi entregue na sexta-feira (dia anterior) já tarde para evitar a galera “precoce” que gosta de ir conferir o traçado antes da prova mas não tão tarde a ponto de prejudicar o pessoal que está começando por agora e prefere já sair com tudo configurado de casa não encontramos grandes surpresas. Na verdade em uma primeira olhada duas tulipas que saíram com problema de impressão (sem o sentido, seta) mas que foram tratadas logo no Briefing e tudo ok para seguir dentro do horário previsto.

Sem direito a duvidar do hodômetro. Ao contrario do esperado a prova se manteve desafiadora.

Sem direito a duvidar do hodômetro. Ao contrario do esperado a prova se manteve desafiadora.

Em nossa análise, a prova entregou o que era necessário. Nesse momento tudo o que o automobilismo carioca precisava era isso, finalmente uma prova do rally de regularidade em 2019 que conseguisse ser cumprida do início ao fim, mas que também não fosse um sinal de “desistência” entregando uma prova reta e sem desafios apenas para “cumprir tabela”. As pegadinhas estiveram lá, os balaios também (inclusive o insistente estilo de balaios “invisíveis” aqueles em que se precisa confiar no hodômetro pois não existe referência visual no percurso ou são muito sutis), os testes de paciência para pilotos com velocidades muito abaixo do pedido para o traçado e também as médias um pouco mais apimentadas estavam lá e o que dizer de algumas erosões e também uns aclives bem definidos? No final, todos os sabores estavam presentes, apenas um ajuste no brilho para não ofuscar a festa e entregar ao longo das pouco mais de 4 horas de prova tudo o que o esporte precisa.

Alem de médias equilibradas alguns trechos exigiam pé no porão

Em uma prova com médias equilibradas, alguns trechos pediam pé no porão.

A trovão Verde capitaneada por Eduardo da Hora não conseguiu evitar que os dados rolassem (para isso não existe jeito) mas cuidaram direitinho para que as probabilidades de um resultado positivo fossem maiores. Aposta de risco? Boa parte do traçado em área pública assim como a concentração do evento e premiação. Foi uma jogada ousada (e correta) para o momento, as vezes a ousadia esta nos detalhes.

O posicionamento racional da equipe de resgate foi fundamental para a boa performance em duas ocorrências.

O posicionamento racional da equipe de resgate foi fundamental para a boa performance em duas ocorrências.

Outro grande “plus” foi a ação séria e profissional da equipe de apoio que lidaram com dois resgates sendo um por pane mecânica (superaquecimento) em um carro da TURISMO LIGHT e outro por acidente na categoria NOVATOS. Em ambas ocorrências os carros foram resgatados para fora do percurso e colocados em um ponto previamente escolhido pela organização, um posto de gasolina, para que os carros fossem rebocados para as respectivas oficinas ou casas. No caso da equipe da NOVATOS que necessitaram de assistência médica, um responsável da organização conduziu os mesmos ao hospital e após confirmação de sua entrada, retornou ao trabalho na prova deixando os mesmos sob cuidados médicos. As 22:00 horas já se passando horas do encerramento da premiação e etc e após confirmação da liberação dos competidores e previsão para reboque do veículo a Trovão Verde considerou encerrada a missão em Itaboraí.

Um bom grid com equipes experientes e muita animação. Tempero perfeito para uma prova tão esperada.

Um bom grid com equipes experientes já no gatilho para popularem as categorias superiores e muita animação. Tempero perfeito para uma prova tão esperada.

Na chegada a mesma praça aguardava a todas as equipes com uma simpática e oportuna festa junina além de todos os restaurantes abertos prontos a atender, sendo assim, quem podia beber, bebeu, quem queria comer comeu e após aguardar a leitura de todos os rastros, os resultados saíram e a premiação logo teve início.

E chegamos enfim ao final do evento, para quem podia, um brinde com certeza merecido!!

E chegamos enfim ao final do evento, para quem podia, um brinde com certeza merecido!!

Conclusão,

Feliz ano novo Rio de Janeiro!! Os fogos foram devidamente lançados em Itaboraí/RJ. Pode parecer atrasado por não ser na virada do ano e realmente não ter o mesmo glamour das praias e seus fogos reluzentes, mas para o Rally de Regularidade do estado o dia foi de festa e desencanto. Em uma prova totalmente dentro das “linhas” a Trovão Verde finalmente conseguiu entregar ao estado uma prova do início ao fim que no final das contas não precisou de nenhuma novidade ou receita mirabolante, apenas focando no necessário e se colocando na posição de Campeonato Carioca, com suas vantagens e desvantagens, aceitando suas características básicas iniciadas em 2017. Foi um bom dia de competição com uma prova digna de um campeonato estadual, agora é manter o bom trabalho e que venha TRAJANO DE MORAIS com a 4º ETAPA DO CAMPEONATO CARIOCA DE REGULARIDADE.

E chegou a hora dos resultados!!

E chegou a hora dos resultados!!

Resultados:

TURISMO
1º Pedro Lamha Braz / Patrese Pereira da Bella
2º Andre Costa de Sousa / Pedro de Alcantara Sousa
3º Bruno Klippel Santoro / Telmo Sacchetto Martins
4º Wilker Vieira da Silveira / Vitor Seleiro Wendling Duarte
5º Marcelo Soares Fusco da Silva / Bruno Neto da Costa

TURISMO LIGHT
1º Carlos Cesar Ruthes / Felipe Ruthes
2º Evaldo Tavares Nespoli / Livia Tavares Valente
3º Rodrigo Caetano de Souza / Lia Germano Lima de Souza
4º Maurício Martins Brandão / Flávio Martins Brandão
5º Luciano Castello Branco Serra / André Duque Estrada Fernandes

NOVATOS
1º Calos Thurler Scheidegger / Gisele Gomes Berruezo
2º Celestino Colchete Neto / Ana Catherine Scofano Colchete
3º Fabricio Batista Nigro / Cristiane Santos da Rocha
4º Danielle Pires Lopes Marques / Guilherme de Brito Gomes
5º Claudio Luiz Dargam Costa / Fabio Luiz Dargam Costa

RESULTADOS SITE OFICIAL TOTEM

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RALLYAÇO 2019: Ainda não foi dessa vez que o RJ teve uma prova concluída da primeira a ultima página.

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Enfim chegou em um sábado o tão esperado 13 de Julho de 2019, dia de Rallyaço!! Sem atrasos, sem adiamentos e logicamente sem a menor chance de mudar a localidade. Realizado em Volta Redonda com concentração na concessionaria MITSUBISH KETTEI com céu azul, frio, mas com sol para oferecer um consolo pela manhã e um ambiente muito bem organizado com toda infraestrutura necessária, sem ressalvas! Farto café da manhã e até mesmo churrasco completamente sem custo para todos à medida que chegava o meio do dia, uma bela rampa com portal para fotos e largada dos competidores e tudo, muito rápido e eficiente com a secretaria e FAERJ, perfeito.

Uma impressionante  infraestrutura aguardava a todos os competidores

Uma impressionante infraestrutura aguardava a todos os competidores

Algo que nos chamou atenção e que deve ser destacado ocorreu na hora de fazer aferição da prova pois a rodovia contava apenas com uma faixa para cada sentido com carros em alta velocidade e também caminhões. Mesmo o acostamento era estreito e isso de certa forma, apesar de não ocasionar maiores problemas no evento deve ser evitado porque todos querem aferir precisamente e isso pode causar acidentes diretos e indiretos com distração aos motoristas.

Bruno "Chorão" (A direita)  - Organizador incansável do Rallyaço cuidando de todos os detalhes até o ultimo momento.

Bruno “Chorão” (A direita) – Organizador incansável do Rallyaço cuidando de todos os detalhes até o ultimo momento.

Quanto a planilha nada que sobressaísse a um clássico certame da categoria a não ser pelo fato de grandes deslocamentos e o dia não ser segmentado em duas ou mais etapas e sim em uma única prova continua. Isso apesar de ser possível torna muito difícil para uma equipe se recuperar caso tenha algum problema mecânico ou mesmo se perca de forma um pouco mais incisiva. Fora isso, tudo normal, tudo conforme esperado.

Diversas equipes literalmente invadiram o Rallyaço, entre muitas, o Jipe Clube Maricá (JCM)

Diversas equipes literalmente invadiram o Rallyaço, entre muitas, o Jipe Clube Maricá (JCM)

Em nossa opinião a prova não foi difícil, foi bem trabalhada sem burocracia ou balaios desnecessários apenas com o objetivo de inchar ou simular algum grau de dificuldade. Hodômetro perfeito, tudo batendo dentro das referências, médias compatíveis de acordo com as categorias superiores e de base porem alguns trechos de fato pareciam testar a paciência dos pilotos e navegadores as vezes sendo necessário andar praticamente em marcha lenta no plano que pedia um pouco mais de pedal e por vezes solicitando velocidades sofridas em aclives bem pedregosos, mas faz parte. A tinta preta no papel e os traços coloridos nos tablets e celulares acenavam felizes para um final bem sucedido, bastava fazer tudo dentro do planejado e esperar um bom resultado, entretanto assim como os problemas encarados pela Trovão Verde na organização do Campeonato Carioca no qual as duas ultimas etapas simplesmente não foram finalizadas em sua totalidade nesta temporada de 2019 a organização do RallyAço iria encarar também problemas.

Com o desenrolar da prova, ocorrências começaram a segmentar e dar carga aos apoios.

Com o desenrolar da prova, ocorrências começaram a segmentar e dar carga aos apoios.

Sobre compartilhar experiências, Eduardo da Hora (Presidente da Trovão Verde e organizador do Rally Carioca de Regularidade) se inscreveu no Rallyaço e foi divulgador do evento em seus canais de internet assim como Bruno, organizador do Rallyaço e competidor do Campeonato Carioca além de também divulgar em suas redes o campeonato, o que demonstra a maturidade necessária de duas equipes que mesmo independentes parecem compreender que representam hoje boa parte do que é o Rally de Regularidade Carioca e são responsáveis e mantenedores das expectativas de dezenas de equipes que se dedicam ao esporte.

Alem de problemas pontuais ao longo do percurso, interrupções por interferência externa foram reportadas.

Alem de problemas pontuais ao longo do percurso, interrupções por interferência externa foram reportadas.

Assim como nas etapas do principal certame de regularidade do estado do Rio de Janeiro os dados rolaram e interromperam a prova unica do Rallyaço impactando a categoria Light com o bloqueio da passagem por pessoas que alegavam serem responsáveis pelo local e que não tinham autorizado nenhum evento, após algum tempo, o caminho foi desbloqueado e a prova continuou com atraso em relação aos PCs porem mais para frente Bruno conseguiu interceptar esse comboio e realizar uma “nova largada” corrigindo o tempo perdido. Mas esse primeiro bloqueio, ainda iria gerar frutos amargos.

Em determinado momento os competidores começaram a andar próximos, demonstrando atrasos ou adiantamentos.

Em determinado momento os competidores começaram a andar próximos, demonstrando atrasos ou adiantamentos.

Alguns pilotos não conseguiram seguir o comboio que avançou de acordo com a planilha, alguns atrasados por necessidade de resgate seja por terem se perdido, seja por estarem atolados ou com problema mecânicos e outros por motivos quaisquer acabaram ocasionando algo “comum” nas provas de regularidade quando o atraso começa a se tornar expressivo, os pilotos simplesmente começaram a acelerar o quanto podiam por estradas estreitas e até mesmo ruas bucólicas da região colocando em risco as pessoas, animais e até mesmo gerando pavor na comunidade a medida que passavam, precisamos lembrar que geralmente essas pessoas estão acostumadas a muita tranquilidade, carros passando velozes e ruidosos assustam mesmo. Não teve jeito, novamente uma interrupção após carros passarem em velocidade e assustarem os moradores a ponto de atravessarem um caminhão para interromper a passagem. Apesar da gravidade e do tom ainda mais elevado que da primeira interrupção, felizmente, as equipes conseguiram acalmar os ânimos dos locais e seguiram com a prova.

Um oásis no meio de uma batalha, entretanto para poucos, já que para quem estava atrasado a opção era passar direto e recuperar o tempo

Um oásis no meio de uma batalha, entretanto para poucos, já que para quem estava atrasado a opção era passar direto e recuperar o tempo

Finalmente a CASA DO MAMÃO/PIRAÍ, local do maior neutro da prova (NEUTRÃO) chegou com 20 minutos para descanso e logo iniciar um deslocamento. Porém ainda existiam pilotos chegando, buscando recuperar o tempo e com isso não parando no NEUTRÃO o que serviu para diminuir o atraso e tirar um pouco o ímpeto do acelerador, alem disso o longo deslocamento em estrada atenuava com um pouco mais de segurança qualquer débito com o cronometro. Porem já se contabilizava mais de 4 horas de prova e sem descanso o cansaço já batia e a noite já se desenrolava no horizonte.

Um dos receios da organização se concretizou dando como "alento" uma bela lua com o chegar da noite

Um dos receios da organização se concretizou dando como “alento” uma bela lua com o chegar da noite

Não teve jeito. Infelizmente a ultima parte da prova foi desenhada aparentemente para “diferenciar” as equipes e dar uma chance para melhorar a pontuação acertando balaios, trabalhando a paciência e concentração das equipes após uma prova extensa mas tudo isso planejado para ser feito com a luz do dia e já estava escuro, sem o menor traço de luz solar tornando inevitável a decisão de cancelar o trecho final em nome da segurança. Fim de prova e deslocamento para a premiação.

E chegou a hora mais esperada. Pódio montado com um belo painel ao fundo e os trofeus aguardando seus novos donos.

E chegou a hora mais esperada. Pódio montado com um belo painel ao fundo e os trofeus aguardando seus novos donos.

Uma bela festa, novamente com toda infraestrutura necessária localizada no CENTRO DE TREINAMENTO JOÃO HAVELANGE em Pinheiral/RJ. Musica ao vivo, novamente nossa amiga Kombi com chopp artesanal e um belo cardápio com caldos diversos e churrasco alem do pódio montado orgulhosamente na frente de um mural com os logos do RALLYAÇO e os trofeus ao lado para premiação. Logicamente ocorreu uma demora na liberação dos resultados da categoria light que foi a mais afetada pelas ocorrências ao longo do dia.

Conclusão,

O Rio de Janeiro insiste, graças aos esforços de organizadores e a confiança e paciência de competidores que ainda prestigiam os eventos. O Rallyaço certamente foi um evento planejado e realizado com muito cuidado, muita atenção e dedicação, isso fica claro nos detalhes. Conforme palavras do próprio Bruno:

Os agradecimentos vão para todos os competidores e patrocinadores que fizeram esse evento ocorrer. Sem competidor não há evento e sem patrocinador muito menos. O evento ao longo do tempo foi tomando uma proporção maior fazendo com que tivéssemos que mudar a programação a medida que as coisas ocorriam, isso foi bom, acabou possibilitando que locais que antes achávamos não serem possíveis de fazer parte da prova se tornassem viáveis. Lamentável algumas situações que ocorreram, um rally passando por quatro cidades diferentes é complexo de se monitorar e acabaram ocorrendo algumas falhas de comunicação que por consequência cancelaram uma parte da prova. Sabemos que os competidores da Light foram os mais afetados já que uma prova única, utilizando apenas GPS é muito complexa, resultando em competidores perdidos e (ou) muito atrasados.

E completa:

A turismo light não é uma novato (categoria) e você não tem uma categoria que praticamente é um passeio em um evento único como o Rallyaço, mas pode ser feito duas provas no futuro (duas planilhas) com uma dificuldade menor para a turismo light até para quem já esta correndo faz algum tempo perceber que esta na hora de subir para turismo, logo, essas ressalvas vão mais para a turismo light que tiveram 30 competidores e que temos muito carinho por todos, ano que vem iremos nos esforçar e estarmos juntos no RYO2020.

Ano que vem tem RYO2020 que com certeza vem chegando para arrebentar e ser um diferencial no automobilismo carioca de competição. Vamos agora para os resultados!! Confira.

Após uma prova muito aguardada ao longo do ano, enfim o pódio.

Após uma prova muito aguardada ao longo do ano, enfim o pódio.

Resultado – MASTER – Prova Unica
1º Leonardo Lanziotti / Priscila Nogueira Belo Horizonte – MG / LANZIOTTI ORTOPEDIA
2º Jean Kamil / Leonardo Martins Juiz de Fora – Mg / Lobo Guará

Resultado – GRADUADO – Prova Unica
1º Kleber Santana / Fernanda Tonani Santana Guarulhos _ Sp / Ducks Rally Team
2º Bruno Soligo / Marcelo Carestiato Volta Redonda / Internet Prinse
3º Amir Novaes / Marcelo Novaes
4º Paulo Cesar Guerra / Claudio Leandro Nicolau
5º Marcus Castelan / Roberta Castelan Rio de Janeiro – Rj / JCM Rally Team

Resultado – TURISMO – Prova Unica
1º Osvaldo Prezotto / Nathália Graciano São José dos Campos _ Sp / Ducks Rally Team
2º Rafael Gomes de Oliveira / Lucas Cunha Soares Juiz de Fora – Mg / Delegado Rafael
3º Reinaldo Garcia Cardoso / César Romero Figueredo Santos Dumont _ Mg / Vip Express Telecom
4º Rafael Cagnin / Raphael Borges Juiz de Fora – Mg / Automais
5º Ricardo Silva de Farias / Wilson Rodrigues Pinto São Paulo (sp) / Ducks Rally Team

Resultado – TURISMO LIGHT – Prova Unica
1º Glausany Pimentel / Danielly Pimentel Juiz de Fora – Mg / Glaucar Automotivos
2º Mauricio Martins Brandao / Flavio Martins Brandao Rio de Janeiro – Rj / JCM Rally Team
3º Carlos Ruthes / Felipe Ruthes Maricá / JCM Rally Team
4º Cristiano Palmeiras / Patricia Palmeiras
5º Eric Guedes / Gabriel Petruccelli

Melhor Dupla Mista
6º Rodrigo Souza / Lia Souza Rio de Janeiro – Rj / DJ Rally / JCM Rally Team

Melhor Dupla Feminina
13º Anna Emília Castro / Milena Castro Salvador _ Ba / JCM Rally Team

TODOS OS RESULTADOS POR TOTEM
FOTOS EM DIARIOS DE JUDITH – FONTES DIVERSAS/WHATSAPP

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2º Etapa Rally Carioca de Regularidade 2019 – Rapadura é doce, mas não é mole não.

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No último dia 25 de maio, sábado, ocorreu em São Pedro da Aldeia/RJ a 2º etapa do Rally Carioca de Regularidade. Este município da região dos Lagos do estado do Rio de Janeiro, rico em referências históricas e culturais foi escolhido pela equipe da TROVÃO VERDE para ser o pano de fundo de uma importante etapa do campeonato carioca e superar os problemas da etapa anterior, que ocorreu em Silva Jardim/RJ, aonde uma tempestade impossibilitou a continuação da segunda parte da prova, ao ponto da organização necessitar acionar seus recursos de resgate para retirar alguns competidores que ficaram atolados dentro do espaço chamado simplesmente de “canavial”. Apesar do clima favorável com temperatura agradável e um piso propício para a prática do rally (úmido, sem excessos, não causando extensos lamaçais e tão pouco uma quantidade exagerada de poeira), um certo receio se abateu por conta de uma possível virada no clima, preocupação que depois se mostrou desnecessária, já que o tempo se manteve nas mesmas condições ao longo do evento. Em uma secretaria ágil com disponibilidade do kit de adesivos, camisas e fichas de inscrição sem demora ou burocracia o evento começou muito bem, dentro do esperado apesar de uma novidade implementada pela FAERJ, novidade porque não se viu dessa forma em outras etapas, uma vistoria de veículos que contemplava inclusive itens mecânicos verificados pelo DETRAN em sua vistoria e também verificação dos documentos dos carros. Mesmo assim, não ocorreu demora, tudo funcionou muito bem e todos tiveram folga para se prepararem antes do Briefing.

Organização perfeita e bem equilibrada, secretaria e ação da FAERJ sem ressalvas! Um inicio promissor.

Organização perfeita e bem equilibrada, secretaria e ação da FAERJ sem ressalvas! Um inicio promissor.

Tudo perfeito, exceto muito peso…

Realizar um evento no pais não é algo fácil, principalmente se essa missão tem como regra seguir estritamente todas as obrigações legais, isso posto, em diferentes categorias sejam elas das mais básicas até mesmo as consideradas mais “elite”, sempre é fácil começar alguma empreitada mas muito duro ou raro manter a mesma, pois a cada dia que passa, mais restrições, dificuldades e “invenções” ocorrem principalmente no estado do Rio de Janeiro, como se pode acompanhar nas notícias do dia a dia em todas as áreas (Esporte, Economia, Cultura e etc). Definitivamente o clima exterior de Eduardo da Hora a frente da organização, com a TROVÃO VERDE responsável pelo Rally Carioca desde 2017, estava pesado, apesar de sua cordial receptividade ficava evidente sua preocupação em entregar um evento de qualidade e não era para menos. Ao longo do campeonato uma rotina de adiamentos e mesmo mudança de localidades devido a problemas com prefeituras, desacordos com proprietários de localidades, impossibilidades financeiras e toda sorte de problemas além da necessidade de cumprir regras e lidar com o prazo demandado pela FAERJ/CBA e órgãos de proteção ambiental, enfim, diante de diversas necessidades, a TROVÃO VERDE se mostrou incapaz de manter com precisão absoluta tanto seu calendário como as localidades das provas, com isso, o desgaste das equipes competidoras e colaboradores entre outros, também contribuiu para problemas com outros campeonatos estaduais que conseguiram manter suas agendas. Independente dos motivos uma coisa se mostrou certa, entre cancelar o evento ou mudar a data e até mesmo o local, a TROVÃO VERDE sempre seguiu pelo segundo caminho. Desde 2017 vem “desmontando” alguns dogmas iniciais como realizar etapas com diferenciais de terreno ou horário (areia, lama, prova noturna e etc) em busca de viabilizar a cada ano o campeonato.

Apesar de uma média um pouco alta em determinados trechos a precisão do odômetro era um afago aos competidores em um local sem muitas referencias.

Apesar de uma média um pouco alta em determinados trechos a precisão do odômetro era um afago aos competidores em um local sem muitas referencias.

…Para pouco ombro.

A impressão que se tem de todo o campeonato carioca é que a pressão repousa somente nos ombros de Eduardo da Hora, nem mesmo reconhecer a TROVÃO VERDE como real responsável pelo evento se faz possível. Qualquer solicitação, dúvida ou sugestão recai em decisão e interpretação do organizador que declaradamente é a TROVÃO VERDE, entretanto… Problemas com planilhas? Eduardo da Hora. Problemas com horário? Eduardo da Hora. Dúvidas sobre a cronometragem? Eduardo da Hora. Isso é uma constante que vem se sustentando desde 2017. Nesta prova, ocorreram problemas de adiamento e mudança de local, documentalmente fica claro e provado que o levantamento da prova foi realizado com uma antecedência limite para quem busca precisão em um evento offroad, um pouco mais adiantada se mostraria não efetiva em um ambiente offroad, já que com uma rápida chuva tudo pode mudar. Ao longo da semana anterior, diversos vídeos, informes e convites do organizador brotaram em páginas do FB, interações no Instagram entre outros e até mesmo o relato de fortes chuvas a ponto de fazer o carro de levantamento, já fora do percurso se ausentando ao fim do trabalho, boiar em um grande alagado. Mais pressão, mais preocupação para Eduardo da Hora.

O improvável ocorre: Praticamente uma conferencia foi realizada no meio da prova, interrompendo a mesma. Apenas 100 metros sacramentavam o destino da 2º etapa do Carioca 2019.

O improvável ocorre: Praticamente uma conferencia foi realizada no meio da prova, interrompendo a mesma. Apenas 100 metros sacramentavam o destino da 2º etapa do Carioca 2019.

Um Canavial de problemas.

Agrisa/Polimix, uma grande plantação de cana de perder-se de vista que se tornou inviável na primeira etapa do ano, cancelada devido às fortes chuvas. Ambas as etapas foram realizadas na Região dos Lagos – RJ e com um bom deslocamento a organização decidiu tentar novamente o “canavial” aparentemente por julgar ser um grande trunfo (inclusive divulgado em seus folders), com médias altas e fortes desafios em um “canavial de balaios” sem trocadilhos. Outros estados se orgulham e possuem locais em seus campeonatos já conhecidos por seus nomes, repetir esses locais não garante vantagem a quem participou em outras provas simplesmente porque o cenário é o mesmo mas o traçado sempre muda, assim como médias e características diversas, entretanto, o fascínio de superar o ambiente ou manter sua vantagem a cada prova explica um pouco do sucesso, apesar de amados por uns e odiados por outros. Não se sabe ao certo se a intenção foi essa, ou apenas trazer um diferencial com uma pegada “labirinto” ao campeonato, mas a decisão foi feita e a organização sabia de alguns sérios problemas que poderiam ocorrer. Prova disso foi a instrução de que os competidores deveriam baixar mapas off-line em softwares de sua preferência para caso se perdessem conseguissem sair por meios próprios do canavial.

"O que é bom se repete. Prova dentro do canavial" - O trecho que se mostrou promissor em seu inicio, foi ao final, protagonista de dois cancelamentos.

“O que é bom se repete. Prova dentro do canavial” – O trecho que se mostrou promissor em seu inicio, foi ao final, protagonista de dois cancelamentos.

Em caso de falha em seguir a planilha, o competidor poderia se encontrar em qualquer parte do enorme canavial, o que faria seu resgate ser muito demorado, não sendo exagero de que trafegar por ele, sem nenhuma orientação, poderia resultar em horas intermináveis até conseguir acesso a alguma estrada ou mesmo rua secundária. Sinal de internet para mapas Online? Nem pensar. Mais um problema que foi considerado pela organização, também por conclusão das instruções foi a preocupação com colisões, pois a cada conversão ou cruzamento a média subitamente diminuía para que a mesma fosse realizada com maior segurança, logicamente dentro do canavial um pequeno detalhe invalidou completamente esse gatilho de segurança, o atraso. Com diversos competidores atrasados ao longo da prova, tempos de 2 a 3 minutos de atraso não se mostravam raros e isso propagado ao número de competidores e perdas completas de referência por parte de alguns desenhava um cenário de incerteza quanto aos sentidos dos carros e as velocidades (apesar de radar) em busca de acertar o tempo. Além do fato da cana criar uma barreira a visão que impede ver o que vem do outro lado, médias altas, uma chance pequena de se perder já que você não tem como entrar pelo meio da cana perdido não podemos esquecer do terreno o qual em alguns pontos verdadeiros atoleiros se formaram e de fato alguns competidores apresentaram dificuldades e outros até mesmo atolaram.

O “amargor” da garapa.

Garapa é o líquido extraído da cana-de-açúcar no processo de moagem, normalmente o “caldo de cana” é doce mas o que se sentiu após a primeira parte da prova, já dentro do canavial, foi um amargo regresso para as lembranças da primeira etapa. Um grupo de competidores se reuniu em um NEUTRO e praticamente, sem saberem o que fazer ou como agir, criou um verdadeiro engarrafamento no canavial, tornando impossível prosseguir diante de tantos questionamentos e incertezas. Alguns tentavam prosseguir, mas o anúncio de que Eduardo da Hora estava chegando para definir o que seria feito, amornava o ímpeto de quem queria prosseguir com a prova. O esforço seria recompensado? A etapa cancelada? E o risco de colisão, desgaste desnecessário por nada? Será que uma nova largada seria dada? Um Neutro maior? Qual foi o erro? O erro em quilômetros e quilômetros de prova se resumiu a 100 metros. Uma referência tinha sido adiantada em 100 metros, bastavam 100 metros para frente e tudo funcionaria perfeitamente, só que não ocorreu. Com a chegada de Eduardo da Hora foi decidido levar a todos para um novo ponto de largada, mas alguns já tinham partido e ninguém sabia aonde estavam, ao longo do tempo de deslocamento para a nova partida alguns ainda se perderam do comboio, foi quando veio a decisão… A prova foi cancelada, dentro do regulamento e somente com os PCS considerados de acordo com a decisão com endosso e aprovação da FAERJ, logicamente que muita discussão se tornou parte integrante do resultado que também por simples associação, atrasou. Alguns concordaram, outros discordaram completamente e muitos lamentaram mais uma prova, depois de toda a expectativa realizada pela metade. Não é de todo supersticioso o conselho de assim como provas temáticas, se manter longe de temas como canaviais, plantações diversas e afins, porque certamente se existem deuses do Rally de Regularidade eles não estão satisfeitos com esse destino ao menos, para o Rio de Janeiro.

Ao final uma icônica foto sob a luz de led dos competidores no pódio. Lembrança inequívoca da dedicação e paixão pelo esporte.

Ao final uma icônica foto sob a luz de led dos competidores no pódio. Lembrança inequívoca da dedicação e paixão pelo esporte.

Conclusão.

Uma prova bem desenhada com início, meio e fim que, infelizmente por “falta de tinta”, veio a se somar a frustração da primeira prova do campeonato carioca deste ano de 2019. Em uma cerimônia de premiação, novamente atrasada pela demora nos resultados, não planejada para ocorrer já com ausência de sol, competidores honrosamente se perfilavam a luz dos faróis de led do carro da organização e festejaram seus troféus apesar de todos os problemas, aplaudidos por quem ainda resistia bravamente ao frio que se abateu sobre a região com o cair da noite. Agora é hora de fazer conta, verificar as posições no campeonato e aguardar a confirmação de data e local da próxima etapa. Unanimidade é algo raro, mas diante do fato de que todos concordam que duas etapas consecutivas realizadas pela metade não é algo a ser “cultuado”. Seria recomendável que a próxima fosse um “recomeço”, um tratado, contrato, compromisso com a simplicidade, aonde nenhum tema seria abordado e nenhuma competição realizada fora do universo formado pelas tulipas e seus competidores. Hoje o único concorrente do Campeonato Carioca de Rally de Regularidade é ele mesmo e isso já se basta, pois o fardo a cada etapa se torna mais e mais pesado, arqueando os ombros de quem desde 2017 vem lutando praticamente sozinho, seja lá por qual motivo seja, para manter o estado no mapa do automobilismo offroad de regularidade.

RESULTADOS

CATEGORIA GRADUADO
1º Marcus Castelan / Roberta Castelan
2º Paulo Cesar Guerra / Claudio Leandro Nicolau

CATEGORIA TURISMO
1º Wilker Marcolongo Vieira / Vitor Seleiro Wendling Duarte
2º Arthur Salomão / Aurélio Davi
3º Reinaldo Garcia Cardoso / Cesar Romero Figueiredo
4º Marcus Sena Casagrande / Caroline Pelagio Raick Maues
5º Marcelo Soares Fusco / Bruno Neto da Costa

CATEGORIA TURISMO LIGHT
1º Maercio Fernandes Raposo / Eduardo da Silva Monteiro
2º Eric Cavalcanti Sousa Guedes / Gabriel Omar Petruccelli
3º Evaldo Tavares Nespoli / Livia Tavares Valente
4º Rodrigo Otávio Caetano de Souza / Lia Cristina Lima de Souza
5º Lásaro Faciroli da Cruz / Matheus Henrique Sousa Alves

CATEGORIA NOVATO
1º Alan Medeiros Pessoa / Agatha Ribeiro André
2º Carlos Roberto Thurler / Gisele Gomes Berruezo
2º Paulo Roberto Oliveira de Sá / Thiago Saide Martins Merhy
2º Berlim de Paula Júnior / Thiago Faria Vieira
2º Carlos Augusto Barcellos Veloso / Victor Pinto Canellas

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JCM – JEEP CLUBE MARICA REALIZA “AGO” E REFORÇA SEU POSICIONAMENTO NO CENÁRIO OFFROAD CARIOCA

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No domingo passado, dia 31/01/2019, o Jeep Clube Maricá realizou sua Assembleia Geral Ordinária com o objetivo de realizar sua prestação de contas, demonstrar novas ferramentas de gestão aos sócios, avanços diversos em diferentes áreas de atuação na direção do clube, anunciar projetos para 2019 e um norte para o futuro do clube e consequentemente de seus associados. Em uma reunião animada, rica em recursos multimídia contando com sistema de som, projetor e todas as ferramentas necessárias para realização da AGO, o presidente Eduardo da Hora alem de diversos membros da diretoria pontuaram ideias, questionaram por opiniões e buscaram oferecer a transparência necessária para administração efetiva do clube que completa seus 15 anos em 2019, motivo esse que inclusive inspira uma grande festa a ser realizada alem de um projeto de revitalização que em breve será divulgado. Logo após a reunião, todos os associados puderam aproveitar o fabuloso Sitio Duas Águias localizado em Ubatiba, Maricá/RJ.

Não se engane! Apesar da expressão do presidente Eduardo da Hora a reunião foi extremamente proveitosa e divertida.

Não se engane! Apesar da expressão do presidente Eduardo da Hora a reunião foi extremamente proveitosa e divertida. Logico que antes uns cliques aqui e acolá para iniciar a reunião com força total

Sitio Duas Águias, mais uma prova de como o JCM não mede esforços para o conforto de seus integrantes.

Sitio Duas Águias, mais uma prova de como o JCM não mede esforços para o conforto de seus integrantes.

Um dos ícones do grupo, Jairo, coordenou a churrasqueira com a maestria que domina as trilhas.

Um dos ícones do grupo, Jairo, coordenou a churrasqueira com a maestria que domina as trilhas.

Alem de vôlei em um campo exclusivo, o futebol rolou solto após a AGO. Ainda bem que o negocio do pessoal é trilha, porque futebol...

Alem de vôlei em um campo exclusivo, o futebol rolou solto após a AGO. Ainda bem que o negocio do pessoal é trilha, porque futebol…

Depois de tudo isso, piscina para encerrar e a alegria de fechar a reunião somente as 08 horas da noite...

Depois de tudo isso, piscina para encerrar e a alegria de fechar a reunião somente as 08 horas da noite…

O JCM vem mantendo ao longo dos anos o objetivo de alinhar a técnica do offroad com um ambiente familiar e seguro para pratica do esporte. São diversas opções entre trilhas, passeios, reuniões ou simplesmente festas comemorativas alem de um compromisso sólido com sua função social, por meio de doações e outras interações sempre tendo em foco seu lema “A Natureza é o limite”, deixando claro que nada ultrapassa a importância da preservação do meio ambiente. Interessado em integrar um dos mais conceituados clubes offroad do Rio de Janeiro? Acesse o site https://www.jcm4x4.com.br/, confira as instruções e se candidate a sócio.

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2º Rally Minas Brasil – Wellington Costa e Rodrigo Mendonça (Top Rally Team) cravam a segunda posição na estreia

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Nada mais conflitante do que os sentimentos de uma estreia. E foi por essa experiencia que o navegador Rodrigo Mendonça e o piloto Wellington Costa competindo na categoria Super Production passaram na abertura do Rally Minas Brasil que agradou em cheio todos os seus competidores e entusiastas que a bordo de suas motos, Quadriciclos, UTV’s e carros colocaram a poeira para subir na cidade de Patos de Minas (MG), percorrendo aproximadamente 300 quilômetros de pura competitividade distribuídos generosamente por dois dias.

O piloto Wellington Costa e seu navegador Rodrigo Mendonça preparam-se para os desafios a frente.

O piloto Wellington Costa e seu navegador Rodrigo Mendonça preparam-se para os desafios a frente.

Entre os dias 16 e 17, sábado e domingo respectivamente, o rally apresentou um traçado variado, com belíssimos aperitivos para todos os gostos incluindo nisso serras, estradas batidas, propriedades de produção entre outros cenários que sempre reservam surpresas para todos os veículos de uma competição. Em Provas com esse perfil não se pode cochilar nem por um breve momento já que uma longa e entediante reta pode se transformar rapidamente em erosões, pedras, areia fofa, lama, curvas em 180 graus e até mesmo um rio.

Mesmo desafiador para veteranos, as palavras de Rodrigo Mendonça podem ilustrar bem o que se sente em uma prova de alta performance que requer técnica, competitividade e trabalho de equipe acima da média:

“Vou te falar um pouco da experiência que eu tive no rally de velocidade… É incrível, cara… Incrível!! A largada é um momento de tensão para quem nunca correu um Rally desse, eu senti muito nervoso, o nervosismo bate para caramba quando você tá no pórtico para largar, uma ânsia de vômito de dor de barriga de tudo!! Aquele monte de sensações que quando o carro larga os 10 primeiros minutos são pavorosos. Mesmo eu já tendo sido preparado pelo meu piloto quanto a isso, eu tentei manter a calma, mas é pavoroso porque a cada curva você pensa que o carro vai capotar!! Você não acredita que o carro vai fazer o que ele consegue fazer então você pensa que o cara vai capotar a cada momento! Quando você vê que o carro é capaz e que o piloto sabe trabalhar com carro e que ele não vai capotar… Capotar logico que pode, mas quando você percebe que é possível fazer coisas com aquele carro que outros não fazem os primeiros 10 minutos passam e você começa a ter mais calma e fazer uma navegação mais tranquila e dos 30 minutos para lá cara a velocidade deixa de ser um problema e passa a ser prazer, passa a ser adrenalina, emoção, monte de emoções e sentimentos que você nunca sentiu!!”

Rodrigo Mendonça manda um OK para a câmera apesar do nervosismo da estreia.

Rodrigo Mendonça manda um OK para a câmera apesar do nervosismo da estreia.

No primeiro dia de competição a dupla conseguiu um ótimo resultado cravando a segunda colocação, um resultado impressionante principalmente pelo fato de que logo na largada a segunda marcha da corajosa TRITON ER Azul ficou fora de combate!! Basicamente o piloto Wellington Costa tocou com maestria e uma dose de coragem a prova completamente toda cravado na terceira marcha. Sempre que um trecho necessitava de uma marcha de força inegociável, que não pudesse ser transposta com a terceira marcha, Wellington cravava com muita dificuldade a primeira marcha e logo retornava para a terceira, uma operação arriscadíssima já que a cada troca a incerteza rondava a mente de toda tripulação: “Será que a terceira vai voltar ou ficaremos travados?”.

A valente Triton ER azul da dupla, sofrendo com o "buraco" deixado pela falta da segunda marcha, recebendo como "recompensa" água, muita água em seu bloco de motor fumegante.

A valente Triton ER azul da dupla, sofrendo com o “buraco” deixado pela falta da segunda marcha, recebendo como “recompensa” água, muita água em seu bloco de motor fumegante.

E isso foi apenas o primeiro dia de competição já que após todas essas provações a equipe conseguiu chegar com o carro até o parque de apoio. Por sorte o mecânico conseguiu colocar a segunda marcha de volta ao trabalho e com isso deixar Wellington e Rodrigo prontos para um novo dia de combate na manhã seguinte. Com o chegar do dia, novas provações como um parabrisa estilhaçado e remendado a base do contact transparente, pelo menos a marcha já não era um problema e aparentemente seria um dia de muita moeção para recuperar a performance do dia anterior, mas com tudo sob controle.

A ordem de largada ficou com a equipe em segundo, com isso, a meta imediata era recuperar a diferença e conquistar a primeira colocação nos 150 kms restantes, mas diante de uma dupla experiente a ser superada isso não seria fácil, entretanto a ordem de Wellington foi clara para Rodrigo “Prepara porque vamos andar muito! Eu vou atacar demais porque eu quero pegar e tirar essa diferença nos primeiros 20 kms!”. Quem esta acostumado com competições, mesmo de regularidade, sabe que quanto maior a média mais difícil tirar a diferença. O exercício é simples e qualquer um pode compreender… Se você tem um atraso, precisa andar mais rápido no traçado, logico! O problema é que os carros e pilotos já se encontram no limite, ou seja, mesmo que você vá mais rápido se demora muito para conseguir reduzir e vencer a diferença e isso força demais o carro, tripulação e principalmente os nervos do piloto que precisa por longos e longos trechos pilotar acima do limite.

Dito e feito, em um ritmo fortíssimo e certamente se sentindo confortável com um carro funcionando perfeitamente bem a equipe conseguiu alcançar sua meta entre 16 – 18 kms dentro do estipulado (20 kms) e passou com tudo sem tirar o pé para conseguir agora infligir uma vantagem consistente. Mas novamente, os dados foram lançados… E tudo tem um custo, não foi para o carro, mas o piloto Wellington, enfim após o dia anterior e todo o esforço do dia, sucumbiu e apresentou forte enjoo, dor de cabeça a ponto de interferir em sua pilotagem, o ritmo foi caindo perceptivelmente enquanto Rodrigo navegando tentava compensar como podia todo o esforço de seu companheiro até aquele momento, navegação precisa e coordenada e um sentimento de retribuição.

As outras equipes foram tirando a diferença, tomando a posição até que foi necessario parar o carro, o piloto continuou passando muito mal, apresentou quadro de vomito e toda sorte de sintomas mais que suficientes para um abandono e ida ao hospital. Mas após “aliviar o estomago” e colocar para fora o que tinha e o que não tinha, voltou ao carro disse que estava melhor e voltou a pilotar, conquistando novamente as posições apesar de todos os sintomas ainda permanecerem. Entretanto tudo voltou a ficar ruim com a piora no quadro de saúde do piloto, permitindo que o ritmo caísse novamente, a decisão de abandonar a prova já se consolidava dentro do cockpit mas com a passagem da primeira dupla pegando a posição o pé afundou e a prova continuou… O resultado de todo esse esforço… Veio como a celebração de uma vitoria pessoal.

Apesar de todos os problemas mecânicos e de saúde, veio a recompensa.

Apesar de todos os problemas mecânicos e de saúde, veio a recompensa.

A equipe TOP RALLY TEAM com seu bólido MIT TRITON ER de um belissimo azul e sua tripulação Wellington Costa ao volante e Rodrigo Mendonça na navegação, conquistaram o segundo lugar na categoria Super Production. Fechando com uma diferença de apenas 00:01:07 (Um minuto e sete segundos) em relação ao terceiro colocado.

RESULTADOS SUPER PRODUCTION

Enfim a recompensa com o pódio coroando todo o esforço da equipe.

Enfim a recompensa com o pódio coroando todo o esforço da equipe.

Sem esquecer evidentemente que nada disso seria possivel sem a ajuda, apoio e colaboração de grandes nomes como WCOSTA Construtora, ARGOS Hamburgeria Artesanal, MISTER PIZZA, LAR SHOPPING e i9 ATACADÃO DE BEBIDAS.

PATROCINADORES

Até a próxima!!

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1º Etapa do Campeonato Estadual de Rally de Regularidade do Rio de Janeiro 2019 – “Eu vi criança de colo correndo!”

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Calma! Nem a FAERJ nem a CBA ficaram loucas de liberar crianças de colo para competir mas iremos aproveitar um recente meme da internet no qual um torcedor na ânsia de ilustrar a intensidade dos apuros de uma confusão na final de um campeonato de futebol no Rio de Janeiro criou essa “perola”, pois acreditamos que se aplica muito bem ao que ocorreu nessa estreia do Carioca de Regularidade 2019. (Ainda não sabe do que se trata? Sem problemas! Confira CLICANDO AQUI)

“Eu vi Criança de Colo Correndo!” – Um empolgado torcedor relata que o “bicho pegou” em uma final de futebol. E acredite… Foi o que ocorreu nessa etapa de abertura do Carioca de Regularidade 2019

Enfim, voltemos ao que interessa!

No dia 16/03/2019 rolou a 1º Etapa do Campeonato Estadual de Rally de Regularidade do Rio de Janeiro 2019 com a organização da TROVÃO VERDE CURSOS E EVENTOS OFFROAD. Em um Grid com aproximadamente 50 equipes e com a largada na arena de eventos no centro da cidade de Silva Jardim, diversos competidores iniciaram o certame as 11:00 horas da manhã com o objetivo de percorrer os quase 120 quilômetros de prova, entretanto, previsões não se aplicam a esportes de performance outdoor (ar livre) e devido a uma fortíssima tempestade toda a etapa (composta por duas provas) se resumiu a aproximadamente 70 quilômetros.

Eduardo da Hora a frente da Trovão Verde em seu 3º ano consecutivo organizando o Campeonato Carioca de Regularidade.

Eduardo da Hora a frente da Trovão Verde em seu 3º ano consecutivo organizando o Campeonato Carioca de Regularidade.

O atual Carioca de Regularidade promovido e organizado pela empresa Trovão Verde Cursos e Eventos Off-Road tendo a sua frente Eduardo da Hora, teve desde sua criação a supervisão da Federação de Automobilismo do Estado do Rio de Janeiro (FAERJ) e da Confederação Brasileira de Automobilismo – CBA, alem do apoio oficial das prefeituras aonde cada etapa é realizada, neste caso a Prefeitura de Silva Jardim através das secretarias de Turismo, Segurança Pública, Meio Ambiente, Esporte e Lazer e de Comunicação Social.

Diversas equipes em diferentes categorias colocaram seus bólidos a prova.

Diversas equipes em diferentes categorias colocaram seus bólidos a prova.

A chuva chegou na medida certa para o fim da primeira etapa do dia, mas São Pedro pesou a mão e acabou inviabilizando grande parte da segunda parte.

A chuva chegou na medida certa para o fim da primeira etapa do dia, mas São Pedro pesou a mão e acabou inviabilizando muitos quilômetros da segunda parte.

Contemplando estradas e propriedades de Araruama e Silva Jardim a prova foi tecnicamente “trabalhosa” contando com diversos balaios e pegadinhas alem de uma média de velocidade considerada alta para as categorias de base (Na Light alguns trechos bateram os 58 km/h) tornando atrasos e erros críticos para o bom rendimento das equipes, poucos e curtos trechos de “neutros” também foram percebidos apesar do capricho na aferição e precisão das planilhas e arquivos gerados.

Uma das promessas e maior “ameaça” acabou não sendo concretizada em razão do risco aos pilotos e navegadores diante das fortes chuvas que ocorreram. O “canavial” se tornou uma verdadeira armadilha tanto para os competidores como também para os apoios/resgate envolvidos. Um ponto a ser destacado nessa organização é a disponibilidade de contato com a organização via radio e informações de contato nas planilhas disponibilizadas, isso foi utilizado para comunicar trechos e inclusive interromper a prova a tempo de evitar maiores problemas.

"Impraticável" - Mesmo para um trilha o trecho demandaria equipamentos e grande paciência. Definitivamente incompatível para um Rally de Regularidade.

“Impraticável” – Mesmo para um trilha o trecho demandaria equipamentos e grande paciência. Definitivamente incompatível para um Rally de Regularidade.

Mesmo antes do canavial, uma grande movimentação se iniciava entre os competidores mais afiados, percebendo que seria muito difícil manter as médias em segurança em piso tão escorregadio e visibilidade limitada pela chuva mesmo diante da preferencia da organização de se manter em propriedades fechadas visando a segurança de todos. Com isso após comunicação do cancelamento da etapa o sentimento era de ansiedade, tudo poderia acontecer, como é o normal quando trechos tão extensos são cancelados.

Após a chegada, divulgação das parciais e apreensão por parte das equipes

Após a chegada, divulgação das parciais e apreensão por parte das equipes

Com isso não foi surpresa para ninguém a demora na divulgação dos resultados o que é normal em qualquer situação adversa que se tenha como objetivo precisão. Entretanto, após analise dos mesmos por parte da apuradora do evento, TOTEM e também pelos comissários da FAERJ criteriosamente embasados nas diretrizes da CBA e sua divulgação, evidentemente, não agradaram a todos competidores e apesar de grande parte das equipes terem acatado os resultados, ocorreu ao menos uma exceção que devido a uma abordagem não compatível com o que se espera dos competidores segundo a FAERJ/CBA, resultou em desclassificação. Sendo essa (caso confirmada) a primeira ocorrência desde o inicio do Carioca sob a nova organização.

Mesmo assim a premiação como sempre foi recheada de bons momentos, alegria e promessas de um breve retorno seja para confirmar o resultado, seja para formalizar uma revanche. Apesar de ainda não possuirmos os resultados oficiais do campeonato, adiantamos aqui os resultados divulgados pela TOTEM. Lembrem-se, ocorreram desclassificações, logo os resultados aqui postados podem conter modificações no resultado do campeonato.

No final, após todas as provações, desafios e decisões prevaleceu o fairplay e comprometimento com o esporte

No final, após todas as provações, desafios e decisões prevaleceu o fairplay e comprometimento com o esporte

RESULTADO GRADUADO

RESULTADO TURISMO

RESULTADO LIGHT

RESULTADO NOVATO

E no mais… Não tem mais, foi isso ai mesmo!! Quer uma dica legal? A Prefeitura de Silva Jardim documentou o evento e entregou em tempo recorde um belo trabalho que você pode conferir logo abaixo!!! Até a próxima.

REPORTAGEM PREFEITURA DE SILVA JARDIM

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WRC MONTECARLO 2019 – KRIS MEEK É O MAIS RAPIDO NO WARM-UP.

O PRIMEIRO DIA DE KRIS MEEKE NA TOYOTA GAZOO RACING COMEÇOU DA MELHOR MANEIRA POSSÍVEL, SENDO O MAIS RÁPIDO NO WARM-UP QUE ROLOU NESTA QUINTA-FEIRA EM MONTE-CARLO.

O piloto do Yaris WRC venceu o campeão mundial Sébastien Ogier por um décimo de segundo no trajeto de 3,35 km. As novas contratações estiveram em evidência quando o recém-chegado parceiro de Ogier, Esapekka Lappi, ficou entre os três primeiros apenas 0,4 segundos atrás.

“Meu objetivo era apenas voltar. Eu fiz apenas dois dias de teste para este rally e isso foi em meados de dezembro ”, disse Meeke, pilotando em seu primeiro rally desde que foi cortado pela Citroën em maio passado.

“Eu até esqueci de apertar os botões certos esta manhã na linha de largada. Eu perdi o lançamento e a primeira corrida me pareceu um pouco estranha porque você pode testar o quanto quiser, mas até você entrar no ambiente de rally tudo parece um pouco diferente. O segundo e o terceiro trechos foram mais confortáveis.”. Ogier foi o mais rápido no trecho de abertura no asfalto seco localizado nos arredores da cidade. Ele permaneceu no topo até Meeke avançar a partir da terceira de suas cinco corridas.

Foi um bom dia para a Toyota, já que Ott Tänak e Jari-Matti Latvala ficaram em quarto e quinto, com Thierry Neuville completando os seis primeiros em um Hyundai i20.

O retorno de Sébastien Loeb em Monte-Carlo atraiu grande interesse da mídia

Em seu regresso, Sébastien Loeb cravou um 10º lugar e admitiu que os seus preparativos para o desafio estiveram longe do ideal, chegando à sua estreia no Hyundai poucos dias depois de terminar em terceiro no Rally Dakar.

“Eu não tenho ideia do que posso fazer”, disse ele. “Eu sei que chego aqui em uma situação complicada para começar um rally com um carro novo e apenas um dia e meio de testes, então será complicado. Não posso dizer que estou totalmente confiante porque com dois passes no reconhecimento e um longo rali como este, as anotações não são perfeitas.”

Os principais tempos foram:

warmup montecarlo 2019

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O tempo corre e Hyundai contrata Loeb para 6 etapas do WRC 2019

Hyundai contrata Loeb para 6 etapas do WRC, francês nove vezes campeão do Mundial de Rally dividirá carro com espanhol Dani Sordo para conseguir dar uma salto no Mundial de Rally (WRC) e passar a disputar títulos. A Hyundai investiu valores milionários para contar com o francês Sébastien Loeb na temporada 2019. O piloto está para o rali como Michael Schumacher para a Fórmula 1. Além de nove títulos, detém quase todos os recordes.

Dani Sordo já consolidado na Hyundai conquistou a 9º posição na temporada de 2018.

Loeb não disputará todas as etapas. Estará em seis provas. Nas demais, quem vai guiar o Hyundai será o espanhol Dani Sordo. O francês vai pilotar em Monte Carlo, Suécia, México, Argentina, Portugal e Sardenha. Sordo vai assumir o carro integralmente na segunda metade do campeonato.

O Belga Thierry Neuville vem se consolidando como a eterna promessa da Hyundai incapaz de superar a 2º colocação por três anos consecutivos.

A Hyundai, para quem não se lembra, foi “garfada” de seu primeiro titulo de construtores pela TOYOTA que praticamente “roubou” o lugar na fila. O fato é rapidamente “explicável” já que que desde 2013 a VOLKSWAGEN MOTORSPORTS veio atropelando e levando todos os títulos até 2016 capitaneada por Sebastien Ogier. Após o anuncio da saída da VW do WRC em 2017, Ogier apareceu contratado pela Ford M-Sport e como um bicho papão levou 2017 também deixando a Hyundai a ver poeira. Com a chegada de 2018, novas esperanças e frustrações já que foi a vez da TOYOTA que “do nada” abocanhou o titulo.

Porém, não está descartado que Loeb possa voltar a guiar em outras provas, caso a Hyundai se posicione para disputar o título de fabricantes e de pilotos. O francês, até recentemente, era piloto da Citroën, mas a fabricante francesa decidiu contratar seu principal rival a partir de 2019: Sébastien Ogier.

Sim, você leu direito, a CITROEN contratou Sébastien Ogier, o mesmo “bicho papão” o qual citamos alguns parágrafos, acima.

Que os dados rolem!

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Dakar: Confira a classificação final de todas as categorias

O Rally Dakar 2019 chegou a seu final. A caravana finalmente regressou a Lima depois de 10 dias de competições com muita areia, pedra e terrenos acidentados. O deserto peruano fez suas vítimas, mas os que resistiram foram coroados. Foram percorridos 359 km entre Pisco e a capital Lima, na edição do Rally Dakar que andou exclusivamente em território do Peru. Não houve alterações significativas da classificação, bastava apenas chegar para concretizar sua posição. O destaque dentre os brasileiros foi a dupla Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, que ficaram com a terceira colocação entres os UTVs. Outras duas duplas brasileiras ficaram entre os dez primeiros na mesma categoria. Marcus Baumgart e Kleber Cincea chegaram em sexto, enquanto Cristian Baumgart e Alberto Andreotti ficaram com a nona colocação. Ainda teve Lourival Roldan que fez dupla com o português Miguel Jordão e terminou em sétimo.

Confira os cinco primeiros de cada categoria do Dakar 2019:

Motos
1º – TOBY PRICE (AUS) – 33h57min16
2º – MATTHIAS WALKNER (AUT) – 34h06min29 (+ 09min13)
3º – SAM SUNDERLAND (ING) – 34h10min50 (+ 13min34)
4º – PABLO QUINTANILLA (CHI) – 34h18min02 (+ 20min46)
5º – ANDREW SHORT (EUA) – 34h41min26 (+ 44min10)

Quadriciclos
1º – NICOLAS CAVIGLIASSO (ARG) – 43h01min54
2º – JEREMIAS GONZALEZ FERIOLI (ARG) – 44h57min31 (+ 1h55min37)
3º – GUSTAVO GALLEGO (ARG) – 45h13min42 (+ 2h11min48)
4º – ALEXANDRE GIROUD (FRA) – 47h04min35 (+ 4h02min41)
5º – MANUEL ANDUJAR (ARG) – 49h40min04 (+ 6h38min10)

Carros
1º – NASSER AL-ATTIYAH/ MATTHIEU BAUMEL (QAT/FRA) – 34h38min14
2º – NANI ROMA/ ALEX HARO BRAVO (ESP) – 35h24min56 (+ 46min42)
3º – SEBASTIEN LOEB/ DANIEL ELENA (FRA/POL) – 36h32min32 (+ 1h54min18)
4º – JAKUB PRZYGONSKI/ TOM COLSOUL (POL/BEL) – 37h06min45 (+ 2h28min31)
5º – CYRIL DESPRES/ JEAN PAUL COTTRET (FRA) – 37h26min57 (+ 2h48min43)

UTVs
1º – FRANCISCO LOPEZ CONTARDO/ ALVARO JUAN LEON QUINTANILLA (CHI) – 42h19min05
2º – GERARD FARRES GUELL/ DANIEL OLIVERAS CARRERAS (ESP) – 43h21min40 (+ 1h02min35)
3º – REINALDO VARELA/ GUSTAVO GUGELMIN (BRA) – 43h24min24 (+ 1h05min19)
4º – CASEY CURRIE/ RAFAEL TORNABELL CORDOBA (EUA/ESP) – 44h51min56 (+ 2h32min51)
5º – RODRIGO JAVIER MORENO PIAZZOLI/ JORGE GABRIEL ARAYA DIAZ (CHI) – 45h29min30 (+ 3h10min25)

Caminhões
1º – E. NIKOLAEV/ E. IAKOVLEV/ V. RYBAKOV (RUS) – 41h01min35
2º – D. SOTNIKOV/ D. NIKITIN/ I. MUSTAFIN (RUS) – 41h27min11 (+ 25min36)
3º – G. DE ROOY/ D. RODEWALD/ M. TORRALLARDONA (HOL/POL/ESP) – 42h36min19 (+ 1h34min44)
4º – F. VILLAGRA/ A. A. YACOPINI/ R. A. TORLASCHI (ARG) – 46h50min43 (+ 5h49min08)
5º – A. LOPRAIS/ F. M. ALCAYNA/ P. POKORA (CZE/ESP/CZE) – 47h01min26 (+ 5h59min51)

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